Escrito por Quinta, 13 Abril 2017 Publicado em Editais e Resultados

Os pedidos de gratuidade para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017, antes feitos por meio de uma declaração do candidato que se enquadrava na faixa de baixa renda familiar, agora devem obedecer a novos critérios de concessão. Esta é uma das novidades do edital publicado nesta segunda-feira, 10, no Diário Oficial da União, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia vinculada ao MEC. A isenção da taxa continua garantida aos concluintes do ensino médio em escolas públicas e também contemplados pela Lei nº 12.799/2013, que dispõe sobre esse benefício nos processos seletivos de ingresso em cursos das instituições federais de ensino superior.

Pelas novas regras, a comprovação terá de ser mais completa, com informações, no ato da inscrição, sobre o Número de Identificação Social (NIS), que permitirá uma busca automática a partir do cruzamento de dados com o Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais do governo federal. Quem tiver a solicitação atendida pelo Inep, não comparecer aos dois dias de prova e desejar solicitar nova isenção em 2018, terá de justificar sua ausência no sistema de inscrição. Para tanto, deverá anexar atestado médico, documento oficial judicial ou boletim de ocorrência que comprovem e justifiquem a sua abstenção.

O objetivo é combater fraudes, como o uso indevido do recurso por pessoas com renda acima da faixa de isenção. Em média, um terço dos estudantes inscritos no Enem – este ano estão sendo esperados 7,5 milhões – solicita o não pagamento da taxa, que será de R$ 82, um aumento de 20%. “Nós aplicamos as taxas do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) não inseridas em anos anteriores, o que resultou em 14% de ajuste que tivemos de fazer, além dos 6% do ano passado”, explica a presidente do Inep, Maria Inês Fini. Ela informou que cada aluno significará um custo real de R$ 92, sendo grande parte subsidiada pelo Inep e pelo MEC.

Escrito por Sexta, 07 Abril 2017 Publicado em Notícias

Estudo publicado no científico Archives of General Psychiatry¹ apresenta indícios biológicos da relação entre as duas doenças; assunto é tema global do Dia Mundial da Saúde 2017

A obesidade é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um dos maiores problemas de saúde pública da atualidade. De acordo com o levantamento intitulado “Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional na América Latina e Caribe”, o problema já atinge 20% das pessoas adultas no país, enquanto mais da metade da população brasileira está com sobrepeso². Considerado fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares – responsáveis por mais de 70% das mortes no Brasil³ –, o excesso de peso impacta, também, na expectativa de vida.

Já a depressão é uma doença que se caracteriza por uma tristeza profunda e duradoura, associada a outros sintomas, como alterações de humor, perda de interesse e até dores físicas, que atinge atualmente cerca de 11,2 milhões de brasileiros com mais de 18 anos – o que corresponde a 7,6% da população -, segundo o IBGE4. A condição é a principal causa de incapacidade em todo o mundo e tem grande impacto no índice global de doenças. No pior dos casos, a depressão pode levar ao suicídio.

Escrito por Sexta, 31 Março 2017 Publicado em Jornal A Praça

O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) passará a avaliar, em 2017, todas as escolas brasileiras que ofereçam 3º ano do ensino médio e que cumpram determinados critérios. Até a última edição do Saeb, a etapa final do ensino médio era avaliada por amostragem, permitindo a produção de resultados agregados por estado, região e Brasil. Com a mudança, não só as escolas públicas do ensino fundamental, mas também as de ensino médio, públicas e privadas, terão resultados individuais no Saeb e, consequentemente, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Com a ampliação, é prevista a participação de mais de 7,5 milhões de estudantes no Saeb, a maior edição da história do sistema. As avaliações serão aplicadas no segundo semestre.

 

Escrito por Sexta, 31 Março 2017 Publicado em Jornal A Praça

Depois da instalação da FASC - Faculdade São Francisco do Ceará em Iguatu, no ano passado, com os cursos de Nutrição, Farmácia, Enfermagem, Educação Física, Administração e tecnólogo em Construção Civil, 2017 marca a chegada da FIC - Faculdades Integradas do Ceará ao município, oferecendo curso superior em Pedagogia, além de diversos cursos técnicos profissionalizantes e também de pós-graduação. A sede da FIC está funcionando na antiga Escola de Saúde Pública, em frente ao parque do Rotary Club. A FASC funciona no prédio do antigo colégio São José. Ambas as instituições prometem investimentos e oferta de novos cursos em breve.

Escrito por Sexta, 31 Março 2017 Publicado em Jornal A Praça

O jovem e talentoso artista plástico e ilustrador Marciano Palácio vive excelente momento de exposição e reconhecimento do seu trabalho. Depois de ser ‘mimado’ por Lady Gaga (destaque na edição 827 do A Praça), Marciano teve ilustração sua divulgada no Instagram, perfil oficial, da atriz norte-americana Viola Davis, ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante no filme ‘Um limite entre nós’.

 

Escrito por Sexta, 31 Março 2017 Publicado em Jornal A Praça

A corrupção disseminou-se “em níveis espantosos” e se tornou “o modo  natural” de fazer negócios e política no  Brasil, disse o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal. “Não foram falhas pontuais, individuais, pequenas fraquezas humanas. Foi um fenômeno sistêmico, estrutural, generalizado. Tornou-se o modo natural de se fazer negócios e política no Brasil. Esta é a dura e triste realidade”, afirmou durante aula inaugural para alunos de direito da PUC-RJ. Para Barroso, o direito penal brasileiro não conseguiu desempenhar seu papel, que é funcionar como prevenção geral a delitos. “Um direito penal absolutamente ineficiente, incapaz de atingir qualquer pessoa que ganhe mais do que cinco salários mínimos, fez com que construíssemos um país de ricos delinquentes, um país em que as pessoas vivem de fraudes à licitação, de corrupção ativa, de corrupção passiva, de peculato, de lavagem de dinheiro. Isso não foi um acidente. Isso se espraiou pelo país inteiro”, disse o ministro.

 

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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