Escrito por Terça, 23 Junho 2009 Publicado em Editais e Resultados
Lê melhor quem lê a vida
Por João Augusto, da Brasil Que Lê - Agência de Notícias
Em 2007 foram 467 crianças e jovens, de 11 a 24 anos, beneficiados em atividades de leitura, escrita, passeios e produção artístico-cultural e literária, além do desenvolvimento de matérias e reportagens para jornal, internet, rádio e TV. Este é o projeto Lê melhor quem Lê a Vida, que teve início em 2001 e vem sendo realizado até hoje na cidade de São Mateus, no Espírito Santo, pelo Centro Cultural Araçá.
A ideia de unir várias atividades e meios de comunicação para inclusão social de crianças e jovens foi da pedagoga Margarida Maria Alacoque de Vasconcelos, mestre em lingüística. Ela verificou que o público que freqüentava o Centro Cultural Araçá tinha um bom desempenho quando se tratava de atividades práticas e artísticas; no entanto, nas escolas, eles não tinham essa avaliação. Ela percebeu ainda que o problema relacionava-se diretamente ao fato de pertencerem a famílias não-letradas que não valorizavam e não estimulavam o hábito da leitura aos filhos.
Nasce, então, o projeto, que apresenta uma proposta inovadora de estímulo à leitura e à escrita, através das diversas linguagens e mídias, despertando habilidades artísticas e técnicas. Igualmente, atende às expectativas da modernidade como proporciona geração de renda, qualificação e inserção de jovens no mercado de trabalho. Na prática, isto se dá pela promoção de cursos e oficinas de leitura e produção textual como poesia, textos jornalísticos, publicidade e propaganda, história em quadrinhos, roteiro para vídeos e programas de rádio e televisão, contadores de história, informática, fotografia, operação de câmera e vídeo, com vista à produção final dos mais diversificados veículos comunicação.
Outra ação importante é a Biblioteca Volante, que uma vez por semana vai a oito bairros, estendendo a leitura a mais 200 crianças e adolescentes. Na biblioteca fixa, o número de usuários aumentou em 25%.
A partir de 2002, o Lê melhor quem Lê a Vida recebeu o patrocínio da Petrobras, após ser selecionado em concurso nacional do Programa Geração da Paz. Em 2004, fez parte do Programa Fome Zero e, em 2008, do Programa Desenvolvimento e Cidadania. Também tem patrocínio do Banco do Nordeste Brasileiro (BNB) e do Instituto OI Futuro, além das parcerias com as escolas da rede pública.
Para conhecer um pouco mais sobre o projeto, visite o site www.projetoaraca.org.br ou entre em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou, ainda, pelo telefone (27) 3763-5309.
Escrito por Terça, 23 Junho 2009 Publicado em Notícias

Terra Sonâmbula

Mia Couto é um inventor de palavras e um explorador de sonhos. Começo assim, directo, porque há que dizer o que tem de ser dito. O autor moçambicano é um dos mais lidos em Portugal mas apenas me chegou agora aos olhos, através do romance de 1992 Terra Sonâmbula. Futuros encontros aguardam-se, agora falemos deste livro.

Quem diz um livro diz dois, Terra Sonâmbula são duas histórias praticamente distintas contadas ao mesmo tempo. Num primeiro plano temos o menino Muidinga que não tem memória da sua infância, não sabe quem são os seus pais ou a sua família, e é tratado por Tuahir desde que se lembra, um velho que decidiu tomar o jovem debaixo da sua asa. Ao abandonarem um campo de refugiados, encontram num machibombo incendiado o seu novo poiso. Lá encontram também os cadernos de Kindzu que o menino lê todas as noites e onde o leitor vê o segundo plano da narração. A história de Kindzu é bem mais intrigante, jovem decide abandonar a sua terra para se tornar um Naparama, um guerreiro da paz, e acaba por se ver a buscar uma criança de uma mãe renegada, Farida. São histórias de busca, Tuahir só quer encontrar a paz, Muidinga quer encontrar o seu passado, Kindzu quer encontrar Gaspar, o filho de Farida. Tudo o que conseguem é encontrarem-se uns aos outros.

A leitura começa por se apresentar como difícil para um leitor novo no mundo de Mia Couto mas, simultaneamente, atraente. Como disse, é um inventor de palavras, palavras cativantes e sonoras que envolvem o leitor como num sonho, o que, aliás, se conjuga perfeitamente com a história. Isto para além de todos os regionalismos próprios do país africano. Ao nível linguístico, é um rebuçado. A espantosa qualidade de criação de palavras morfologicamente correctas é extasiante - se lhe imitasse o estilo, diria que Mia Couto faz brincacriação com as palavras - mas também extenuante. Para mim, pelo menos. A repetição constante de gerúndios inexistentes na língua portuguesa acaba por ter o efeito adverso ao pretendido, retira-lhes o significado. Ler Terra Sonâmbula pode ser uma experiência muito cansativa porque nos força, várias vezes por página, a reproduzir o processo que ocorreu na mente do autor para a criação de determinado vocábulo - o que não é necessariamente uma coisa má, antes pelo contrário, a literatura não é entretenimento, é literatura.

Falemos agora da narrativa. O conceito da história dentro da história, diga-se em verdade, não é novo mas não é isso que lhe retira mérito. No entanto, fica a sensação que Mia Couto não se propôs a escrever uma história dentro de outra, antes uma história ao lado de outra, a narrativa de Kindzu toma um papel muito maior que a saga de Tuahir e Muidinga. Foi, sem dúvida, aquilo que me pareceu menos conseguido. Dá a impressão que a história dos caminhantes começa com um grande fôlego, pelo meio resiste para se manter viva, e no fim tem um impulso mais ou menos repentino, por oposição aos cadernos de Kindzu que são um verdadeiro repositório de sonhos, imaginário e realidade. Pergunto-me se não funcionariam melhor como contos separados. A verdade é que mesmo com este pequeno senão, Terra Sonâmbula consegue ser um bom livro. Com mestria, mistura guerra e sonho, ilusão e paz, humanidade e sobrevivência, África e o resto do mundo. As tradições e superstições moçambicanas representam uma parte importante da trama e opõem-se à dura realidade de um país devastado pela morte. A mistura é de tal ordem que, a certo ponto, não se sabe se se sonha com a destruição ou com a vida, e a miséria é tão banal que o extraordinário é haver comida na mesa.

Terra Sonâmbula é, de muitas maneiras, um livro chocante. No entanto, o choque é atenuado pelo sonho e superstições africanas, para o leitor como para os viventes da narrativa. É um livro que nunca dorme, numa terra que tem medo de dormir, com personagens que, quando dormem, sonham com outros personagens que nunca dormem porque têm medo de dormir. É a realidade dentro de um sonho dentro da realidade de um sonho. Labiríntico, sem dúvida. Impressionante, definitivamente. Ficou-me, no entanto, um amargo de boca, talvez por levar expectativas diferentes ou demasiado altas, Terra Sonâmbula não me apresentou um Mia Couto como eu esperava conhecer. O que, diga-se, também não é necessariamente mau.

Referências Bibliográficas: Terra Sonâmbula, Mia Couto.

 

Escrito por Terça, 23 Junho 2009 Publicado em Redação
Como escrever uma boa redação no vestibular
A prova de redação dos vestibulares do país visa a avaliar a capacidade de expressão na modalidade escrita da língua portuguesa. O candidato, geralmente, deve produzir um texto dissertativo com base em um tema especificado pela banca elaboradora da prova e na norma culta da língua.
De acordo com o professor de redação Vinícius Carvalho, a maior dificuldade do aluno ao tentar escrever uma boa redação é, justamente, começar: “O aluno que não faz um planejamento do que vai escrever perde minutos preciosos olhando a folha em branco”.
Para desenvolver sua capacidade de redigir textos, segundo o professor, o aluno deve, primeiramente, ler textos escritos por outras pessoas. Dessa forma, o indivíduo habitua-se ao discurso escrito e internaliza suas formas intrínsecas. “Além disso, o aluno deve atentar para a forma de seu texto, pois este deve adequar-se à tipologia cobrada pela prova. É importante que ele se lembre de que cada tipo de texto tem características próprias”.
Uma redação espontânea e natural, que possa agradar os dois lados da comunicação - o do vestibulando e o do examinador -, é uma boa dica. Para que isso aconteça, é essencial que o estudante mantenha-se atualizado aos acontecimentos do país e do mundo, lendo jornais e revistas e participando de debates. Assim, antes de produzir o texto, o aluno terá um bom conteúdo crítico e poderá decidir qual é o seu posicionamento frente ao tema, a fim de delimitar que aspectos ele irá abranger. “É fundamental que esse recorte seja dado para que o aluno construa sua linha de raciocínio. A partir daí, ele deve selecionar os argumentos que embasarão a exposição de seu ponto de vista. Com esse planejamento, o aluno já está pronto para escrever”, enumera Vinícius.
Escrever bem é redigir com clareza, coerência, coesão e objetividade, tendo-se em mente o uso da criatividade como ferramenta essencial para esse processo. Os critérios de avaliação mais abrangentes referem-se ao desenvolvimento do tema, à observância da apresentação, à tipologia textual, ao domínio da expressão escrita e à adequação à norma culta, como diz o professor: “Períodos longos, que atrapalham a leitura e confundem o avaliador; mera listagem de argumentos, sem aprofundamento das idéias; pontos finais separando orações principais e suas subordinadas são alguns dos erros mais cometidos”.
Embora caligrafia não conste dentre os quesitos avaliados pela banca, estudos comprovam que a letra influencia o avaliador. “Uma pesquisa colocou, dentre as redações corrigidas por um mesmo avaliador, dois textos idênticos quanto ao conteúdo, mas redigidas com letras diferentes - um padrão bom e um ruim. O texto com “letra feia” recebeu notas mais baixas na esmagadora maioria das vezes”, revelou Vinícius.
Até por influência das aulas de geografia e dos dados fornecidos nos jornais, alguns vestibulandos inserem estatísticas em suas provas de redação a fim de demonstrar domínio do tema. O aluno pode, mas deve evitar, nas argumentações, dados excessivos, porcentagens. “Só não pode inventá-los para dar maior credibilidade a seus argumentos”, aconselha Vinícius, “A banca quer que o aluno contextualize, discuta e conclua com suas próprias inferências o tema proposto”.
Afinal, como escrever bem? “Escrever, escrever e escrever. Só treinando o aluno conseguirá definir seu estilo de escrita, construir um discurso próprio, desenvolver autocontrole e aprender a articular suas opiniões. Deve escrever com simplicidade, usando palavras comuns, mas sem usar gírias ou linguagem coloquial. Não basta o aluno saber todas as normas gramaticais. Ele deve ter conteúdo crítico acima de tudo”, conclui o professor.
Escrito por Terça, 23 Junho 2009 Publicado em Editais e Resultados

Estudar pode ser chato, aprender, não

Aprender é um momento mágico que acontece quando a informação vira conhecimento. Isso é uma transformação que ocorre dentro do cérebro humano. É um click! Aquelas palavras encadeadas que procuravam dar sentido a um conjunto de informações, de repente, click! Viraram conhecimento.

Esse momento mágico é que devia ser o objetivo de qualquer escola. Ensinar a aprender. Ensinar a transformar informação em conhecimento e conhecimento em ação, que é o próximo passo.

Qual o objetivo do ensino regular? Preparar a pessoa para viver em sociedade, com um conjunto de conhecimentos que permita a ela se inserir nesse ambiente,  relacionar-se, produzir, consumir, enfim, viver!

Várias são as funções básicas para que isso seja possível. Uma delas é a comunicação, o uso da linguagem para exprimir idéias e sentimentos e compreendê-los. Outra é a matemática. A correlação quantitativa das coisas e eventos. Outra mais, a história. O relato dos “quês” e “porquês” que trouxeram o mundo em geral e o nosso país em particular até aqui.

Temos, ainda, as Ciências, tratando da natureza, do ser humano e das suas inter-relações nos níveis químico, físico e biológico. E o nosso ambiente? A Geografia, a ecologia, e as relações sociais.

Esse entendimento, que deveria ser primário, talvez não seja reconhecido pelos alunos como o objetivo do aprendizado. Talvez, para eles, o mais correto seria dizer: eu estudo para passar, ou estudo para me formar, ou estudo para ter um emprego e ganhar dinheiro.

A finalidade básica do aprendizado foi esquecida e, mais do que isso, foi deturpada. O estudo virou uma obrigação desagradável, como também o trabalho. Não precisa ser assim. Tanto um (estudo) quanto outro (o trabalho) devem ser atividades prazerosas. O aprender nunca é chato. Estudar, sim, pode ser.

Imaginem um indiozinho há 500 anos. Quando ele saía com o pai, para aprender a caçar ou pescar, o que era isso? Uma atividade lúdica cuja finalidade era bem clara e que, concretizada, habilitaria o jovem índio para o futuro.

Essa correlação se perdeu atualmente em função da variedade e complexidade das informações e conhecimentos que temos disponíveis para nós e que precisam ser usadas para produzirem informações, ações e conhecimentos que poderemos usar e vender para o nosso sustento.

Alunos, pais e professores devem descobrir como fazer para que os jovens sintam, como o jovem índio, que aquele aprendizado tem valor e, além disso, é gostoso.
Essa deve ser a nossa busca.

Nossos jovens que estão hoje na faixa do vestibular, em torno dos 18 anos, trabalharão cerca de 50 anos até a aposentadoria, se até lá ainda existir essa figura. Nesses 50 anos, trocarão de profissão, em média, meia dúzia de vezes. Serão técnicos do assunto A, depois gerentes, depois o assunto A vai virar B, a tecnologia criará C, que derivará em D e, assim, sucessivamente.

O aprendizado na faculdade estará tão datado quanto um litro de leite no mercado. Teremos prazo de validade para o nosso conhecimento, que estragará se não for consumido a tempo, ou reciclado.

Temos a oportunidade agora com a Internet. As informações estão lá. Nunca antes pudemos estabelecer uma correlação tão forte quanto agora, entre o que podemos aprender e como podemos aplicar em nossa vida. Muitas das profissões hoje em dia (e cada vez mais) são substancialmente baseadas em informações e o seu tratamento. É o mundo dos bits (jornalismo, direito, tradução, pesquisas, economia, administração..,). Essas profissões serão quase que totalmente exercidas via Internet. Nas outras, que tratam do mundo físico (medicina, engenharia...) o componente informação será cada vez maior.

Precisamos aprender sobre processos e projetos, independente de “para quê”. Precisamos aprender sobre clientes e fornecedores, independente de quais sejam eles. A metodologia e a tecnologia empregadas vão ser as do momento. Não podemos nos apegar à nossa profissão original, porque não sobreviveremos. Vamos procurar sempre o porquê das coisas e saber que o “o quê” e o “como” são circunstancias.

Vamos aprender sobre pessoas, relacionamentos e comunicação. Entender o que motiva e o que afasta. Entender que apenas duas emoções movem a humanidade. O amor (prazer, satisfação, felicidade) que faz com que procuremos nos aproximar e o medo (dor, raiva) que faz com que procuremos nos afastar.

Aprender o que é natural e o que é cultural. Os dois são importantes. Comer é natural. Comer com talher é cultural. Necessidades fisiológicas são naturais. Usar o banheiro é cultural. Sexo é natural. Com camisinha é cultural. Entender que o cultural é vinculado ao tempo em que a ação se situa. Os conceitos de certo e errado e bem e mal são culturais e depende do que a sociedade combinou por meio de constituição, leis, portarias, regulamentos, códigos, acordos etc.

Quando será que nossos jovens vão aprender dessa maneira?

 

Paulo Barreira Milet é Bacharel em Matemática com MBA em Adm. Pública pela FGV-Rio.

Especialista em e-learning é o Diretor- Geral da Eschola.com.

Escrito por Terça, 23 Junho 2009 Publicado em Redação
Coerência Textual
Produzimos textos porque pretendemos informar, divertir, explicar, convencer, discordar, ordenar, etc., ou seja, o texto é uma unidade de significado produzida sempre com uma determinada intenção. Assim como a frase não é uma simples sucessão de palavras, o texto também não é uma simples sucessão de frases, mas um todo organizado capaz de estabelecer contato com nossos interlocutores, influindo sobre eles. Quando isso ocorre, temos um texto em que há coerência.
A coerência é resultante da não-contradição entre os diversos segmentos textuais que devem estar encadeados logicamente. Cada segmento textual é pressuposto do segmento seguinte, que por sua vez será pressuposto para o(s) que lhe estender(em), formando assim uma cadeia em que todos eles estejam concatenados harmonicamente. Quando há quebra nessa concatenação, ou quando um segmento atual está em contradição com um anterior, perde-se a coerência textual.
A coerência é também resultante da adequação do que se diz ao contexto extra-verbal, ou seja, àquilo o que o texto faz referência, que precisa ser conhecido pelo receptor.
Ao ler uma frase como “No verão passado, quando estivemos na capital do Ceará Fortaleza, não pudemos aproveitar a praia, pois o frio era tanto que chegou a nevar”, percebemos que ela é incoerente em decorrência da incompatibilidade entre um conhecimento prévio que temos da realizada com o que se relata. Sabemos que, considerando uma realidade “normal”, em Fortaleza não neva (ainda mais no verão!).
Claro que, inserido numa narrativa ficcional fantástica, o exemplo acima poderia fazer sentido, dando coerência ao texto - nesse caso, o contexto seria a “anormalidade” e prevaleceria a coerência interna da narrativa.
No caso de apresentar uma inadequação entre o que informa e a realidade “normal” pré-conhecida, para guardar a coerência o texto deve apresentar elementos lingüísticos instruindo o receptor acerca dessa anormalidade.
Uma afirmação como “Foi um verdadeiro milagre! O menino caiu do décimo andar e não sofreu nenhum arranhão.”, é coerente, na medida que a frase inicial (“Foi um verdadeiro milagre”) instrui o leitor para a anormalidade do fato narrado.
Escrito por Terça, 23 Junho 2009 Publicado em Notícias
Com arrecadação recorde em maio, déficit do INSS cai pela 1ª vez no ano
Com arrecadação líquida recorde em maio deste ano, o déficit do Instituto Nacional do Seguro Social registrou a primeira queda do ano. De acordo com dados divulgados hoje pelo governo federal no último mês a arrecadação do INSS somou R$ 14,4 bilhões - o maior valor mensal desde 1995. O resultado fez o déficit nas contas da Previdência recuar 5,6% em relação a maio de 2008, somando R$ 2,73 bilhões.

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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