Escrito por Sexta, 09 Junho 2017 Publicado em Notícias

Estudo da Escola Nacional de Seguros aponta que perdas da capacidade produtiva equivalem a 4,86% do PIB – as maiores do Nordeste

A violência no trânsito cearense provocou um impacto econômico de R$ 6,45 bilhões no ano passado, ou 4,86% do Produto Interno Bruto (PIB). Essa é a perda da capacidade produtiva causada por acidentes que mataram 1752 pessoas e deixaram outras 4094 com invalidez permanente. O valor corresponde ao que seria gerado pelo trabalho das vítimas caso não tivessem se acidentado. O cálculo é do professor Claudio Contador, diretor do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros.

Entre 2015 e 2016, houve redução de 46% na perda do PIB do estado. Ceará  registra o maior percentual de perda do Nordeste, que tem média de  2,77% e perdas de R$  23,98 bilhões.   O fator que mede a perda da capacidade produtiva é chamado de Valor Estatístico da Vida (VEV), ou seja, o quanto cada brasileiro deixa de produzir anualmente em caso de morte ou invalidez. Segundo Claudio Contador, a redução do número de vítimas de acidentes graves está ligada a dois fatores básicos: o aumento da fiscalização (Lei Seca) em alguns estados e a crise econômica, que reduziu as vendas de automóveis e tirou muitos veículos de circulação no país. “A violência no trânsito caiu de forma considerável, o que é um fato alentador. Ainda assim, o número de vítimas remete a um quadro de guerra. E a grande maioria concentra-se na faixa etária de 18 a 64 anos. Ou seja, pertence a um grupo em plena produção de riquezas para a sociedade”, analisa Claudio Contador.

 

No Brasil

Escrito por Sábado, 13 Maio 2017 Publicado em Jornal A Praça

Em 2004, no seu 3º aniversário o jornal A Praça trouxe o cantor e compositor Belchior a Iguatu. Na sexta-feira, 02 de abril, o CRI recebeu grande público de fãs que cantaram, dançaram e se emocionaram ao som das canções eternas de Belchior. Foi uma noite mágica. Ele é um cara excepcional. Grande poeta, compositor. Traduziu em letras e versos memoráveis o sentimento da minha e de tantas outras gerações.

Para nós que fazemos o A Praça a expectativa começou logo que se confirmou o show, muitos dias antes. Naquele 02 de abril, à tarde, estava no colégio Ruy Barbosa ministrando aula. Paulo de Tarso me liga, avisando que Belchior ia chegar às 14h. Fomos para o Chalé. Belchior, a namorada, Tota, Giovani Oliveira, Cláudio Teixeira, Chico Pio, Hildernando Bezerra, Paulo de Tarso e eu. Foram momentos mágicos e inesquecíveis. Bel, como o tratava seu ex-colega do curso de medicina na UFC Hildernando, nos encantava com simpatia, simplicidade e humildade. Muitos risos, ele bebendo o vinho que trouxe na mochila, contando histórias com excelente humor. Comeu peixe, bebeu mais vinho.

No fim da tarde, informamos que o A Praça estava promovendo salão de artes plásticas e uma oficina de caricaturas no SESC. Ele fez questão de visitar. Foi comigo no meu Gol branco. Elogiou muito o jornal do interior. Propôs parceria pra disco exclusivo com apoio do jornal, através de sua gravadora Cameratti, recém-lançada. No SESC autografou painel produzido por crianças que participaram da oficina de caricaturas. No painel, parte da programação do aniversário do A Praça, Belchior assinou saudando Humberto Teixeira, Eleazar de Carvalho e Evaldo Gouveia. Está na entrada da sala da diretoria.

Escrito por Quinta, 04 Maio 2017 Publicado em Notícias

Nas últimas semanas não se fala em outro assunto: o jogo da Baleia Azul e a série 13 Reasons Why. Em ambos uma coisa em comum: o suicídio de adolescentes. A BBC Brasil divulgou na semana passada dados que comprovam que o suicídio entre os jovens cresceu 27,2% entre 1980 e 2014. Portanto, a Baleia Azul e série da Netflix não podem ser julgados isoladamente pelas mortes dos jovens brasileiros. A problemática do suicídio é bem mais complexa.

Por mais revoltante que possa ser pensar que jovens perderam suas vidas “inspirados” ou “manipulados” por um jogo ou por uma série, podemos afirmar que a Baleia Azul e a 13 Reasons Why serviram para um despertar coletivo da sociedade sobre a necessidade de prestar mais atenção nos adolescentes, de ouvi-los verdadeiramente, de entender seus conflitos com um olhar mais atencioso e amoroso.

Escrito por Quinta, 04 Maio 2017 Publicado em Notícias

*Por Carlos Sandrini

O repasse de conteúdo acadêmico é o axioma da maioria dos cursos de ensino superior no Brasil de hoje. Costurar as palavras desse modo pode soar não apenas uma postura exorbitante, como também um pouco duvidosa. O fato é que a imagem de alunos como seres passivos e professores como entidades máximas dentro de sala de aula é uma cena que vem sendo alvo de um processo de desconstrução - ao menos para as instituições preocupadas em inovar. 

Um rápido exercício deixa isso à mostra: pense em reduzir o tempo de conhecimento recebido de maneira passiva em sala. Seria impossível não chegar à diminuição drástica da duração dos cursos a partir dessa percepção. Na contramão dessa estrutura formatada de ensino, o advento da internet convida, há séculos, as pessoas a desbravarem múltiplas fontes de conteúdo para saciar a sede de conhecimento. 

Escrito por Quinta, 04 Maio 2017 Publicado em Notícias

Especialista analisa opções de acordo com a atual conjuntura do INSS

Todos que se preocupam com seus rendimentos após o término das atividades profissionais estão preocupados com a maneira de garantir um rendimento futuro, sem contar apenas com os valores a serem recebidos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Segundo Milton Galvão, docente do curso de Administração da FMU, integrante da rede internacional de universidades Laureate, o investimento pode variar de acordo com as particularidades do trabalhador. “As opções dependem do perfil de cada indivíduo. Por exemplo: profissionais mais jovens têm uma menor aversão a riscos e podem investir em renda variável (como a bolsa de valores), já aqueles em faixa de idade mais avançada, tendem a buscar a segurança da renda fixa em suas mais diversas modalidades. No momento, os títulos públicos apresentam menor exposição ao risco.

O docente destaca as principais opções: 

Tesouro Direto 

O Tesouro Direto (principalmente os títulos indexados ao IPCA) garantem uma rentabilidade real, possuem liquidez e estão acessíveis ao pequeno investidor, se apresentando como uma alternativa viável para formação de uma poupança de longo prazo. Existe uma relação direta entre o risco e o retorno. Ativos de alto risco tendem a ser remunerados com maior retorno (taxa de juros), mas, por conta do momento econômico no País, os títulos públicos estão contrariando essa lógica. São rentáveis, dada a necessidade crescente de financiamento do governo, e são também seguros, pois são garantidos pelo Tesouro Nacional. Além disso, são líquidos, pois o Tesouro garante a sua recompra diária e também acessíveis ao pequeno investidor, que a partir de R$ 30 pode iniciar a formação do seu patrimônio.

IPCA+

O IPCA+ é um título de renda fixa pós fixado, que garante ao seu detentor uma rentabilidade real, ou seja, a manutenção do seu poder de compra, pois o rendimento é composto de duas parcelas: taxa de juros prefixada e variação da inflação (IPCA). Os títulos IPCA+ (NTNB Principal) tem como característica um fluxo de pagamentos simples: o investidor receberá o valor investido acrescido da remuneração no resgate. Por possuir prazos de resgate longos é indicado para o investidor que não tem urgência de utilizar o dinheiro (compra de casa, curso superior dos filhos, aposentadoria, etc.).

Previdência Complementar Aberta e Fechada

Escrito por Terça, 02 Maio 2017 Publicado em Redação

Muita gente tem medo das provas de Redação, seja na escola, no Enem ou no Vestibular. Então, como conseguir uma boa nota?

Tirar nota máxima na prova de redação é muito difícil e não existe uma fórmula que garanta um bom resultado. Mas algumas práticas são sempre citadas por quem chega lá:

1) Conheça a prova: Antes de qualquer coisa, saiba com que tipo de prova você está lidando – e isso vale para todo o Enem e para todos os vestibulares que pretende fazer. “Em vez de ver a prova como um inimigo, encare-a como algo que está em seu favor. Para isso, é necessário conhecê-la, o que envolve, no caso do Enem, saber os critérios de avaliação usados e a forma como os avaliadores gostariam que a sua redação fosse escrita“. E aí, você sabe o que a prova do seu vestibular está pedindo?

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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