Escrito por Segunda, 08 Agosto 2016 Publicado em Notícias

Propostas podem ser inscritas até o dia 15 de agosto e os recursos são destinados a projetos educacionais focados em educação integral

A Fundação Itaú Social prorrogou as inscrições para o edital de apoio aos Fundos da Infância e Adolescência. Os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente de todo o País tem até o dia 15 de agosto para inscrever propostas focadas em educação integral. O Itaú Social destinará os recursos ao Fundo da Infância e Adolescência para apoiar ações, serviços, programas ou projetos educacionais voltados ao acesso à cultura, à arte, à ciência, à tecnologia, ao lazer e ao esporte. “Os recursos devem ser aplicados em projetos inovadores que inspirem caminhos para políticas públicas”, explica a Coordenadora de Mobilização Social da Fundação Itaú Social, Cláudia Sintoni.

Escrito por Sábado, 30 Julho 2016 Publicado em Notícias

Oportunidade para estudo e conservação do bioma tem inscrições até 31 de agosto

Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii). Foto: Fábio-Colombini

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza acaba de abrir as inscrições do tradicional ‘Apoio a Projetos de Conservação’. Nesta edição, a chamada pública selecionará iniciativas que contribuam para a conservação da biodiversidade dos biomas Cerrado e Caatinga que, juntos, ocupam 36% do território brasileiro. As inscrições ficam abertas até 31 de agosto, neste link.

“A cada edição, escolhemos um ‘recorte’ específico para apoiar as iniciativas. Na Caatinga vivem 27 milhões de brasileiros, além de ser o único bioma exclusivamente nacional. E o Cerrado abriga nascentes de rios que abastecem as principais bacias hidrográficas do país”, afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário. O apoio a projetos visa potencializar a geração de conhecimento, através de pesquisas e estudos da biodiversidade brasileira, além de estimular ações que promovam mudanças positivas no cenário ambiental nacional. “Incentivamos projetos que tragam resultados efetivos para a proteção da biodiversidade e contribuam com o cumprimento das metas internacionais com as quais o país está comprometido e com os esforços públicos de conservação”, afirma a diretora.

Escrito por Sexta, 29 Julho 2016 Publicado em Notícias

Ana Regina Caminha Braga 

A Dislexia não precisa  ser tratada como doença, já que se trata de um distúrbio genético e neurobiológico, que não tem ligação alguma com a preguiça, falta de atenção ou má educação. O que acontece com a pessoa que tem dislexia é uma desordem das informações recebidas, que acabam inibindo o processo de entendimento das letras e interferindo na escrita. O processo de leitura e escrita, por exemplo, exige duas funções do cérebro, e o disléxico possui uma limitação em uma delas. Atualmente o distúrbio atinge mais de 5% da população mundial, segundo dados da Associação Brasileira de Dislexia. Dificuldades para ler, escrever ou soletrar podem ser sinais de alerta. Segundo a psicopedagoga, especialista em educação especial e em gestão escolar, Ana Regina Caminha Braga, os sintomas da dislexia variam de pessoa para pessoa e de acordo com o grau do distúrbio. “A criança com dislexia tem certa dificuldade em decodificar as letras. Os disléxicos não associam com facilidade símbolos gráficos e letras aos sons que representam”, explica.

Outro problema relacionado à dislexia é o seu próprio diagnóstico, já que ele só consegue ser feito após a alfabetização da criança; porém, a especialista alerta que é bom ficar de olho, pois é a partir do quarto ano de vida que os pequenos começam a dar indícios de uma possível  dificuldade. 

 

Escrito por Sexta, 22 Julho 2016 Publicado em Editais e Resultados

A URCA - Universidade Regional do Cariri divulgou no final da tarde desta sexta-feira, 22, o resultado final do seu vestibular 2016.2. Confira abaixo:

VEJA AQUI A LISTA DOS CLASSIFICADOS

VEJA AQUI A LISTA DOS CLASSIFICÁVEIS 

Escrito por Quarta, 20 Julho 2016 Publicado em Notícias

Cristina Perez, psicóloga, consultora técnica da Fundação do Câncer

No ano 2000, lei federal proibiu a propaganda dos cigarros nos grandes meios de comunicação, como TVs, jornais e rádios. Em 2011, outra legislação apertou ainda mais o cerco: anúncios nos pontos de venda foram vetados. A indústria do tabaco, porém, reagiu. E da forma mais perversa possível: atraindo jovens e crianças para o tabagismo com a estratégia de expor seus produtos em meio a doces e chocolates nos pontos de venda, além de utilizar embalagens coloridas e atraentes.

No Brasil, a imensa maioria dos fumantes (80%) dá sua primeira tragada antes dos 18 anos de idade. Em média, no mundo, é aos 15 que acontece o primeiro contato com o cigarro – produto que mata dois a cada três de seus usuários. Para entender como a indústria tabagista busca driblar a proibição da propaganda, a Fundação do Câncer e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) realizaram a Pesquisa Pontos de Venda de Produtos Derivados do Tabaco: Estratégias de Marketing.

Escrito por Quarta, 20 Julho 2016 Publicado em Notícias

O Senado lançou nesta semana uma enquete em que toda a sociedade pode opinar contra ou a favor do projeto de lei 193/2016, de autoria do senador Magno Malta (PR-ES), que inclui entre as diretrizes e bases da educação nacional o programa Escola sem Partido.

O programa, que tem ganhado defensores e críticos nos últimos tempos, existe desde 2004 e foi criado por membros da sociedade civil. Segundo Miguel Nagib, advogado e coordenador da organização, a ideia surgiu como uma reação contra práticas no ensino brasileiro que eles consideram ilegais. “De um lado, a doutrinação política e ideológica em sala de aula, e de outro, a usurpação do direito dos pais dos alunos sobre a educação moral e religiosa dos seus filhos”, explica. Para Nagib, todas as escolas têm essas características atualmente.

A proposta do movimento é de que seja afixado na parede das salas de aula de todas as escolas do país um cartaz, onde estarão escritos os deveres do professor. Esses deveres são:

1 - O Professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias.  

2 -  O Professor não favorecerá, não prejudicará e não constrangerá os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas. 

3 -  O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas. 

4 -  Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito.

5 - O Professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções. 

6 - O Professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de estudantes ou terceiros, dentro da sala de aula.

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Sobre o Autor

  • José Roberto Duarte, iguatuense, professor do ensino básico, formado em Letras pela Universidade Estadual do…

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